1. Escutar a demanda
A família conta o que observou e recebe orientação sobre os próximos passos possíveis, sem precisar chegar com uma conclusão sobre a criança.
A Cubo Mágico nasceu em Macaé / RJ com um propósito simples: oferecer um espaço onde a criança com TEA ou TGD seja vista como um universo único — e a família seja parte ativa do tratamento.
Reunimos psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, psicomotricidade, nutrição, musicoterapia e terapia alimentar sob o mesmo teto. As áreas entram no plano conforme a demanda de cada criança, sem presumir que todas serão necessárias. Trabalhamos com convênio para beneficiários de Unimed, Bradesco Saúde, SulAmérica, Saúde Petrobras e Mediservice e particular.
Operamos com prontuário eletrônico, agenda integrada e total respeito à LGPD — sustentados pela plataforma QualiSys.ai, o sistema clínico que faz a gestão do dia a dia da clínica.
O acompanhamento começa entendendo o que a família vive de verdade: como são as transições, as refeições, o brincar, a comunicação e os desafios que aparecem em casa ou na escola. As metas são combinadas com a família e revistas quando a rotina muda, para que as orientações sejam possíveis de experimentar no cotidiano — sem transformar a casa em extensão da clínica.
Quando a família autoriza e isso ajuda o processo, a equipe pode organizar informações úteis para dialogar com a escola e com outros profissionais. A participação dos responsáveis não substitui o espaço da criança: ela dá continuidade ao cuidado entre uma sessão e outra, respeitando o ritmo e as escolhas possíveis de cada família.
Antes de organizar horários, é importante entender o que trouxe a família até aqui, como a criança vive a rotina e quais perguntas já apareceram em casa, na escola ou em acompanhamentos anteriores. Essa conversa inclui o que está difícil e também o que a criança gosta, consegue fazer e usa para se comunicar. Relatórios, encaminhamentos e observações da escola podem ajudar quando existem, mas não são uma exigência para iniciar o contato.
A família conta o que observou e recebe orientação sobre os próximos passos possíveis, sem precisar chegar com uma conclusão sobre a criança.
A avaliação considera a história, a rotina e as necessidades atuais para que uma dificuldade isolada não seja tratada como explicação para toda a vida da criança.
As possibilidades de acompanhamento são explicadas de forma clara, com metas que façam sentido para a criança e sejam possíveis de sustentar no cotidiano.
A recepção ajuda a explicar agenda, documentos, modalidades de atendimento e a conferência de cobertura do convênio. Ela não confirma diagnóstico, necessidade de terapia, frequência de sessões ou prazo de mudança por mensagem. Essas respostas dependem da avaliação e do contexto de cada criança. Separar as duas coisas protege a família de promessas apressadas e permite uma decisão mais bem informada sobre o início do acompanhamento.
Quando houver risco imediato à segurança da criança ou de outra pessoa, procure um serviço de urgência. Para as demais dúvidas, o primeiro contato é um espaço para organizar informações e decidir com calma qual passo faz sentido agora.