A terapia alimentar da Cubo Mágico reúne fonoaudiologia, terapia ocupacional e nutrição em torno de uma das queixas mais frequentes das famílias: a seletividade e a recusa alimentar. O objetivo é ampliar aos poucos o que a criança aceita comer, sem forçar.
A equipe avalia as causas da seletividade — sensoriais, comportamentais ou motoras — e monta um plano de exposição gradual a novos alimentos, texturas e sabores, no ritmo da criança. A família recebe orientação prática pras refeições em casa.
Recusar alimentos não é sempre uma escolha simples, e insistir até a criança comer pode aumentar a tensão de toda a família. O ponto de partida é entender como a dificuldade acontece: quais alimentos entram, quais são evitados, se há diferença entre casa e escola, se a criança se incomoda com cheiro, cor, textura ou utensílio e como os adultos reagem nesses momentos. A terapia alimentar não promete que ela vá aceitar determinado alimento em um prazo fixo. O trabalho busca ampliar possibilidades de contato e alimentação de maneira gradual, com metas discutidas com a família e, quando necessário, articuladas com nutrição, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Sinais de perda de peso, dor, engasgos ou recusa alimentar importante também precisam de avaliação médica.
Não. Reeducação alimentar foca em hábitos saudáveis; terapia alimentar trata da recusa/seletividade em si, muitas vezes ligada a questões sensoriais do TEA.
Varia bastante de criança pra criança — o processo é gradual por natureza. A equipe define metas realistas e revisa o plano com a família.
Atendemos particular e beneficiários de Unimed, Bradesco Saúde, SulAmérica, Saúde Petrobras e Mediservice. A recepção confirma a cobertura de cada parte do atendimento (fono, T.O., nutrição).
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